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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Estilos de Texto

Teatro Físico
Universidade de Évora
2019

Quatro exemplos de estilos de textos escritos por duas autoras diferentes que tratam da experiência do movimento e da percepção do próprio corpo:


Com o trabalho de transferência de apoio, possibilita-se a composição do caminho do movimento. Os apoios são usados ativamente com base na utilização da força da gravidade. Ação-reação, ou seja, a terceira lei de Newton: se um corpo aplica uma força sobre o outro corpo, receberá uma força de reação com a mesma intensidade, na mesma direção e no sentido oposto (Miller, 2007, p. 57).

O que geralmente se observa no início do processo é a ausência corporal, ou seja, pessoas com distanciamento do próprio corpo, falta de contato e de atenção corporal, com auto-imagem distorcida, receio do próprio movimento, queixas de má postura, cristalização de padrões posturais, dores e ‘crispações’. É importante salientar que essa observações remetem à maioria (...) (Miller, 2007, p. 54).

Pensamentos traçam um caminho de vento. São buliçosos como as crianças que estão sempre inventando um jeito de se desligar do controle familiar, armando entre elas uma secreta fuga (Preciosa, 2010, p. 27)

Um corpo, uma engrenagem de sensações que intrigam textos o tempo todo. E esses textos que vão sendo produzidos são muito ruidosos, exatamente porque operam vozes que discordam entre si. (Preciosa, 2010, p. 25)


Veja também os textos escritos pelos mestrandos em Artes Cênicas na Universidade Federal de Uberlândia em disciplinas de estudos do corpo e performance publicados no livro

MEIRA, Renata e BRONDANI, Joice (orgs.) Encantados e subjetos: corpo e criação. Uberlândia: EDUFU, 2018.

São textos sobre seus trabalhos de mestrado realizados durante um processo de experimentação corporal com as Ternas no qual o assunto da pesquisa foi o tema da criação de uma performance, como eu explico no texto "Corpo e criação de conhecimento em arte" (Meira e Brondani, 2018, p. 11 - 27). Como possibilidade, exemplo ou inspiração, indico os seguintes textos:

"Entre um projeto de pesquisa e a sujeita" de Laíza Coelho Gomes (Meira e Brondani, 2018, p. 31 a 37).
"Os desdobramentos da percepção do corpo e dos sentidos no processo de criação - a vida em constante paradoxo" de Isabel Cristina Alves Pimenta Braga. (Meira e Brondani, 2018, p. 39 a 45).
"Ensaio cantado sobre o desconhecido" de Maria Lyra (Meira e Brondani, 2018, p. 49 a 55).
"Imagem para além da visão" de Marina Vargas Tomaz (Meira e Brondani, 2018, p. 57 a 64).

terça-feira, 10 de abril de 2018

O que é um diário de leitura?


Anna Rachel Machado defendeu em 1995 a tese intitulada “O diário de leituras: a introdução de um novo instrumento na escola”, no Programa de Estudos Pós-graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem - LAEL, da PUC/SP, sob orientação da Dra. Maria Cecília C. Magalhães e, durante quase dois anos (09/1993 06/1995), sob a direção do Dr. Jean-Paul Bronckart, na Faculté de Psychologie et des Sciences de l’Éducation - FAPSE da Universidade de Genebra na Suíça.

Segundo a Profa. Dra. Anna Rachel Machado este “é um novo instrumento pedagógico, capaz de despertar o posicionamento crítico dos alunos diante dos textos e de enriquecer o debate com os professores em sala de aula”.

Ele é um instrumento para trabalhar a leitura de qualquer tipo de texto por meio de reflexões e reações que o leitor tem à medida que vai lendo, e que vão sendo registradas na escrita.

Ele se constitui como um novo espaço de diálogo do aluno com o texto, um espaço totalmente privado, onde ele pode adotar linguagem informal, sem se preocupar com "certo" ou "errado", de modo a se colocar livre e espontaneamente diante dos textos. Dessa forma, o diário de leituras permite que os alunos tracem seus próprios caminhos de leitores por meio desse diálogo, que é sempre único.

Ao mesmo tempo, são criadas as condições necessárias para a construção de um espaço de verdadeiras discussões sobre as reflexões dos alunos, o que permite sua reelaboração e refinamento.

Além disso, “os diários também podem servir como ponto de partida para a elaboração de outras atividades de produção textual, com os resumos e resenhas, conforme as necessidades dos alunos.”

Ao fazer um diário de leitura, diversas possibilidades se abrem para a apreensão dos textos. O autor do diário de leitura pode:

1. Levantar alguma hipótese sobre o conteúdo/idéias do texto.
2. Expressar/registrar algum tipo de reação/emoção frente ao conteúdo/às idéias do texto.
3. Apontar/indicar:
                      * O que é significativo para ele.
                      * Algum tipo de dificuldade. Dúvidas.
4. Relacionar idéias/aspectos do texto com suas experiências em sala de aula e em outras atividades corporais e acadêmicas.
5. Fazer/estabelecer relações entre o texto lido e outros textos.
6. Fazer reflexões.
7. Manifestar compreensão e/ou Incompreensão.
8. Sintetizar. Fazer paráfrases e/ou perguntas.
9. Concordar, discordar, questionar e posicionar-se diante do que lê.
10. Argumentar contra ou a favor de alguma questão.
11. Avaliar e/ou criticar.

Instruções para elaboração do diário de leitura

Elaboradas por Jorge Viana de Moraes, professor universitário em cursos de graduação e pós-graduação na área de Letras. Atualmente, doutorando em Língua Portuguesa e Filologia pela Universidade de São Paulo.


1. Observe o título do texto e registre no seu diário (sempre com frases completas):

- suas impressões: gostou ou não?
- tem vontade de ler?
- que tipo de texto espera encontrar? Sobre o que você acha que o texto trata?

2. Antes de iniciar a leitura, observe todas as informações - (verbais ou não-verbais) - que podem ajudá-lo a melhor compreender o texto: a última capa, a orelha, as notas sobre o autor, a bibliografia (se houver), o índice, etc. Anote tudo o que você julgar importante e as idéias que você for tendo a respeito do texto a ser lido (sempre com frases completas).

3. À medida que você for lendo, vá registrando (sempre com frases completas):

a) as relações que você puder ir estabelecendo entre os conteúdos do texto e qualquer outro tipo de conhecimento que você já tenha (livros ou textos que já leu, aulas, músicas, filmes, sua experiência de vida, etc.).

b) as contribuições que julga que o texto está trazendo para: qualquer tipo de aprendizado, o desenvolvimento de sua prática de leitura, o desenvolvimento de produção de textos, algum trabalho que vai realizar, etc.

c) sua opinião sobre o texto, sobre sua forma e seu conteúdo: vá discutindo as idéias do autor (concordando ou discordando, levantando dúvidas)

d) vá registrando as dificuldades de leitura que encontrar e anotando os trechos que não compreender ou aqueles de que mais gostar.

4) Sempre justifique suas opiniões!

            ***   ***   ***

A professora Anna Machado publicou dois livros sobre o Diário de Leitura

MACHADO, A. R. (1998) O diário de leituras. A introdução de um novo instrumento na escola. São Paulo: Martins Fontes, 263 p. tem resenha no endereço http://www.scielo.br/pdf/delta/v15n2/a08v15n2.pdf

No endereço http://www.parabolaeditorial.com.br/Diario.pdf encontramos o sumário e a primeira parte do livro Trabalhos de pesquisa: Diários de leitura para a revisão bibliográfica.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Textos para Leitura


Textos para leitura durante o semestre:




SACKS, Oliver. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu: e outras histórias clinicas. Editora Companhia das Letras, 1985 (1970).


MEIRA, Renata Bittencourt. Conceituar a experiência: expressividade de corpos sensíveis. Anais do  VI Congresso de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas, São Paulo, 2010. Disponível em http://portalabrace.org/vicongresso/processos/Renata%20Bittencourt%20Meira.pdf . Acesso em 04 de junho de 2018.


ROMANO, Lúcia. O papel do corpo no corpo do ator de Sônia Machado de AzevedoSala Preta, v. 5, 2005. pp. 249-252, nov. 2005. ISSN 2238-3867. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/57285/60267> . Acesso em: 04 junho 2018. 


AZEVEDO, Sônia. O Papel do Corpo no Corpo do Ator. São Paulo, Perspectiva, 2008
(Gentilmente postado por Ingrid.  Valeu garota, obrigada!!)

Como citar nosso blog em trabalhos acadêmicos:


MEIRA, Renata (org.) e alunos de Teatro da UFU. Blog Consciência Corporal: Espaço de socialização de atividades, referências e reflexões das disciplinas de estudos do corpo. Universidade Federal de Uberlândia: Instituto de Artes, Curso de Teatro. Desde 2007. Disponível em <https://conscienciacorporal.blogspot.com/> Acesso em 04 de junho de 2018.


Façam uma boa leitura!
Renata e Ingrid

terça-feira, 20 de março de 2018

Disciplina Corpovoz I - noturno - Curso de Teatro - licenciatura - 1° Encontro - 20 de março de 2018

Entramos no LAC (laboratório de ações corporais) depois da aula da Nina, coreógrafa do curso de teatro.

Antes de iniciar as atividades específicas da aula, a Profa Renata ensinou como usar o ventilador: mostrou o funil e os baldes no camarim, a torneira no banheiro mais adequada para pegar água no balde, como colocar a água no aparelho e para que servem os botões. Ligamos nosso ventilador e sentamos em roda.
Escrito

Sentados em roda, cada um escreveu: seu nome, de onde vem, porque escolheu estudar teatro na universidade e seu e-mail para inserir no blog.

Com o papel onde foram anotadas as informações, formamos “plaquinhas” indicando como gostamos de ser chamados e colocamos à frente para facilitar a comunicação.

Conversa

Conversa sobre oportunidades oferecidas por uma universidade federal e a importância de levar o curso com seriedade para o aproveitamento máximo das oportunidades. 

Lemos o Plano de Ensino juntos. O blog, onde está o plano de ensino, foi projetado na tela e fizemos um primeiro exercício com a voz. A leitura foi coletiva, mas não foi em coro. Cada um deveria escolher trechos para ler, perceber se já havia outro leitor para calar ou para falar, com o objetivo de fazermos uma leitura comum. 

Não foi fácil, a tendência foi uma leitura monótona, com ritmo repetitivo e sem entonação expressiva. Mas seguimos assim mesmo e discutimos ponto a ponto o Plano de Curso, disponibilizado ao final desta postagem.

O item Avaliação foi bastante debatido, tratamos de critérios, dos modos de aferir os critérios, de como distribuir a pontuação, qual a participação dos estudantes neste processo, bem como a possibilidade de realizarmos uma recuperação e a importância do Histórico Escolar para a vida acadêmica.

Aprovamos todo o Plano de Ensino, deixando o item Avaliação para aprovarmos na próxima aula, dando um tempo para amadurecer todo o debate na cabeça e no coração de cada um.a. 


Atividade Prática
Levantamos e continuamos em roda, bem, às vezes mais redonda, às vezes nem tanto… nesta roda a professora Renata iniciou um passo para todos repetirmos:

Image result for passo da dança bambaê do Maranhão

pé direito à frente,
passo atrás (com esquerdo),
outro passo atrás (com direito),
mais um passo atrás (com esquerdo);
passo à frente (com direito),
outro passo à frente (com esquerdo) e
mais um passo à frente (com direito)


                    https://br.pinterest.com/pin/528187862529148625/?lp=true
                    Dança Circular dos Povos

Pareceu complicado no começo, mais difícil para uns que para outros. Ajudas espontâneas surgiram entre o grupo.
Com um tambor amarelo, com flores e fitas, a profa  Renata transformou os passos em uma dança de roda. Com o ritmo batido no tambor e o pulso da dança em grupo, o passo ficou mais fácil de ser executado.
Renata iniciou, então, o canto, ensinando a letra de uma canção que ao final foi cantada e dançada:
No meu jacá tem
Manga, jaca, caju e cajá
No meu jacá tem
Manga, jaca, caju e cajá
Oi venha ver o que leva o meu jacá
Leva pedra, concha, conta
Leva a trança do chocalho,
Do mar, o marulhar,
Do canto o cantarolar.
Oi venha ver o que leva o meu jacá
Leva pedra, concha, conta
Leva a trança do chocalho,
Do mar, o marulhar,
Do canto o cantarolar.


Caixa do Divino no blog Caixeiras das Nascentes
http://caixeirasdasnascentes.blogspot.com.br/p/caixa-do-divino.html


Ela cantava um verso e o coro respondia cantando o mesmo verso. Foi uma atividade agitada e alegre, a característica de trava língua deixou a atividade divertida. Quando todos estavam conseguindo minimamente acompanhar canto e dança, Renata foi aos poucos acelerando o andamento da canção, tornando a atividade ainda mais desafiadora e festiva.

Ela não contou pra gente, mas escreveu em seu planejamento:

- dançar e cantar o Jacá - integrar, rir, articular corpo e voz, iniciar envolvimento com ritmo, velocidade, organização do grupo no espaço -
*************************************

PLANO DE ENSINO
2018 I
1. IDENTIFICAÇÃO


COMPONENTE CURRICULAR:     CORPOVOZ I
UNIDADE OFERTANTE:    Instituto de Artes IARTE
CÓDIGO: IARTE33101
PERÍODO/SÉRIE: 1° período
TURMA:  N
CARGA HORÁRIA
NATUREZA
TEÓRICA:
15h

PRÁTICA:

75h
TOTAL:
90h
OBRIGATÓRIA: (X )
OPTATIVA: (  )
PROFESSOR(A): Renata Bittencourt Meira
ANO/SEMESTRE:     2018 I
Horário e Local das Atividades:
terças feiras das 19h às 22h30 no Laboratório de Ações Corporais - LAC
quintas feiras das 19h às 20h40 na Sala de Interpretação do LIE (Laboratório de Interpretação e Encenação)


2. EMENTA

Sensibilização e percepção do corpovoz, introdução aos estudos de estado de presença. Reconhecimento da voz e de sua corporeidade. Reconhecimento de limites e características do movimento pessoal. Investigação corporeovocal perspectivada pela musicalidade. Estudo das noções básicas sobre os mecanismos do corpovoz considerando seus aspectos técnicos e poéticos.


3. JUSTIFICATIVA
O componente aborda o conhecimento somático como fundamento e subsídio concreto para a investigação criativa dos estudantes que iniciam a graduação em Teatro, possibilitando aos mesmos um olhar mais apurado e detido sobre si mesmos como sujeitos corpóreos. A disciplina inicia os estudos a partir da fenomenologia para a construção da noção de corpovoz no campo das artes cênicas. O conhecimento encarnado (embodyment) e a percepção do corpo sonoro é complementar ao trabalho desenvolvido nas disciplinas de improvisação e ao conjunto de componentes que focam Atuação/Interpretação. Assim se articula esta disciplina no curso, em um processo de formação e atuação profissional do estudante.

4. OBJETIVOS
  • Desenvolver a disponibilidade corporal para criação de movimentos
  • Sensibilizar, organizar e entender o corpo em movimento na perspectiva somática; 
  • Conectar prática e teoricamente os aspectos perceptivos do corpo com os aspectos anatômicos e expressivos; 
  • Reconhecer que o corpo é a origem da voz e é ao mesmo tempo o seu referente perceptível; 
  • Praticar exercícios fundamentais para o desenvolvimento do trabalho corporeovocal; 
  • Estimular o desenvolvimento das potencialidades e habilidades corporeovocais; 
  • Compreender os significados expressivos da voz direcionados a atuação na cena contemporânea.
5. PROGRAMA
A disciplina foca os estudos do movimento e está organizada em tópicos que se cruzam e se articulam para cumprir os objetivos.
  • Descondicionamento gestual
    • estudo de postura: estrutura óssea, organização de forças e equilíbrio instável 
    • percepção de padrões de movimentos 
    • aquecimento, alongamento e alinhamento 
    • estereótipos

  • Autenticidade somática
    • disponibilidade para o movimento 
    • movimentos pessoais e movimentos criativos


  • Tecnologia interna
    • estratégias de movimento
    • análise dos movimentos pessoais
    • reconhecimento da dinâmica das sensações, das emoções, da imaginação, das memórias e do pensamento
    • cuidados de si 
      • noções básicas de higiene vocal 
      • postura, tônus e relaxamento cotidianos

  • Educação Somática: princípios e métodos

  • Peso e gravidade 
    • apoios, eixo, equilíbrio desequilíbrio 
    • tonicidade, relaxamento - controle e abandono

  • Espaço do corpo 
    • tridimensionalidade 
    • direções 
    • espaço interarticular 
    • vísceras

  • Respiração
    • expansão e recolhimento
    • caixas de ressonância, emissão, articuladores
    • aparelho respiratório, laringe, caixas de ressonância
    • diafragma - apoio da voz
  • Tempo e espaço
    • ritmo, pulsação, pausas e duração;
    • variações de ritmo nas ações corporeovocais
    • variação de planos e direções
  • Som e silêncio
    • Escuta e afinação
    • Elementos da musicalidade: afinação da voz, classificação, tessitura, registros; timbre, intensidade
    • cordas vocais
  • Cultura e corpovoz
    • Corpo e educação
  • Leitura dos textos
    • livro: O Papel do Corpo no Corpo do Ator: capítulo 4. Primeiras Reflexões pags. 135 a 143.
    • artigo: Conceituar a experiência - Renata Meira
    • livro: A mulher desencarnada - Oliver Sachs


6. METODOLOGIA
A disciplina será realizada com as seguintes atividades:
  • Prática de exercícios e jogos corporeovocais;
  • Improvisações orientadas em experiências somáticas;
  • Criação de movimentos individuais a partir de diferentes estímulos;
  • Leituras e debate de textos;
  • Elaboração de textos de registro e análise das práticas;
  • Estudo teórico prático de imagens:
    • imagens da educação no corpo,
    • a arte secreta do ator,
    • apostila de Ivaldo Bertazzo e outras imagens de anatomia em vida;
  • Registro coletivo das atividades no Blog www.conscienciacorporal.blogspot.com;
  • Questionários sistemáticos a ser respondido no Blog
  • Registro individual e processual da experiência em sala de aula - Caderno do Eu.   


7. AVALIAÇÃO

- presença e engajamento no processo da disciplina
15 pontos - autoavaliação (envolvimento, esforço e ações corporai; roda de ajuste das notas individuais)
15 pontos - avaliação pela docente durante as aulas, questionamento nas rodas de conversa, debates sobre leituras e participação nas avaliações como debatedor.

- leituras e atividades escritas
5 pontos - contribuiçao para o blog,
5 pontos - contribuição nas rodas de conversa e elaboração de Diários de Leitura

- demonstração de seu processo no decorrer do semestre
15 pontos - socialização do processo clara na qual a maioria dos colegas consegue questionar e comparar com seu próprio processo
15 pontos - capacidade de dialogar sobre seu processo relacionando a prática e as leituras - disponibilizar Caderno do Eu para consulta dos colegas e da professora

e texto final
30 pontos - Análise crítica do processo – a correção da professora avaliará a competência em escrever um texto que articule experiência, leituras e conhecimento. Inclui caderno do eu e diários de leitura como fonte.

8. BIBLIOGRAFIA
A biblioteca oferece treinamento para pesquisa bibliográfica e uso dos serviços disponibilizados.

Básica

AZEVEDO, Sônia Machado. O papel do corpo no Corpo do ator. São Paulo: Perspectiva, 2002.

BARBA, Eugenio, e SAVARESE, Nicola. A arte secreta do ator: um dicionário de antropologia teatral. São Paulo: É Realizações, 2012.

BOLSANELLO, Debora Pereira, A educação somática e os conceitos de descondicionamento gestual, autenticidade e tecnologia interna DOI:10.5007/2175-8042.2011v23n36p306, Motrivivência, v. 0, n. 36, p. 306–322, 2011. https://doi.org/10.5007/2175-8042.2011v23n36p306.

GAYOTTO, Lucia Helena. Voz, partitura da ação. São Paulo: Plexus Editora, 2002.

MEIRA, Renata B. Conceituar a experiência: expressividade de corpos sensíveis. Anais do VI Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas, São Paulo, SP, 2010. Disponível em
http://portalabrace.org/vicongresso/processos/Renata%20Bittencourt%20Meira.pdf .

MILLER, Jussara. A escuta do corpo: sistematização da Técnica Klauss Vianna. São Paulo: Summus, 2007. Capítulo 2: Técnica Klauss Vianna: a sistematização: pg. 51 a 87.

Complementar

ALEIXO, Fernando. Corporeidade da voz: voz do Ator. Campinas: Komedi, 2007.

BARBA, Eugenio. Além das ilhas flutuantes. Campinas: UNICAMP, 1991.

BEUTTEN MÚLLER. M. G.; LAPORT, N. Expressão vocal e expressão corporal. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1974.

CALAIS-GERMAIN, Blandine. Anatomia para o movimento, volume 1: introdução à análise das técnicas corporais. SãoPaulo: Manole,1991.

FELDENKRAIS, Mosche. Consciência pelo movimento: exercícios fáceis de fazer, para melhorar a postura, visão, imaginação e percepção de si mesmo. São Paulo: Summus,1977.

GROTOWISKI, Jerzy: FLASZEN, Ludwik; BARBA, Eugênio. 0 teatro laboratório de Jerzy Grotowski: 1959—1969. São Paulo: Perspectiva: Edições SESC, 2007.

GROTOWSKI, Jerzy. Em busca de um teatro pobre. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.

GUBERFAIN, Iane Celeste (Org.). Voz em cena. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. v.1.

GUBERFAIN, Iane Celeste (Org.). Voz em cena. volume 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005 .v.2.

JANUZELLI, Antonio Luis Dias. A aprendizagem do ator. 2.ed. São Paulo: Ática, 1992.

MACHADO, lrlei e tal.(Org.). Teatro: ensino, teoria e prática. Uberlândia: EDUFU, 2004.

RENGEL, Lenira. Dicionário Laban. São Paulo: Annablume, 2003.

SHUSTERMAN, Richard. Consciência corporal. São Paulo: E Realizações, 2012.

SOARES, Carmen Lúcia. Imagens da educação no corpo: estudo a partir da ginástica francesa no século XIX. Campinas: Autores Associados, 2002.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Normas do Texto Escrito

Citações:

Devem ser colocadas entre aspas ou em itálico.
É necessário indicar a página de referência.

Citações de outros textos são muito bem vindas e enriquecem os diários de leituras.
É necessário indicar a fonte de onde foi tirada a citação.

Postagens:

O pequeno lápis desenhado no final de cada postagem permite que o autor faça alterações, adições ou reduções no texto postado.