quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Propriocepção


 



A propriocepção é o termo que descreve a percepção do próprio corpo, e inclui a consciência da postura, do movimento, das partes do corpo e das mudanças no equilíbrio, além de englobar as sensações de movimento e de posição articular. [1,2] Embora seja estudada há muito tempo, a propriocepção ainda é pouco conhecida. Este texto tem como objetivo fazer um breve apanhado da neurofisiologia deste tema tão complexo.

Inicialmente é impossível falar em propriocepção sem falar em receptores sensoriais. Afinal de contas são eles que "informam" o nosso SNC (aqui me refiro a SNC e não apenas ao cérebro pois existe a propriocepção consciente e inconsciente) sobre a posição articular e o nível de tensão muscular, por exemplo.

[1] Lent, R. Cem bilhões de neurônios: conceitos e fundamentos da Neurociência. Atheneu, 2001. [2] Kandel, E. R.; Schwartz, J.H.; Jessell, T.M.Princípios da Neurociência. Manole, 2003.



Receptores Sensoriais

Os receptores sensoriais fazem parte do sistema sensorial somático, responsável pelas diferentes experiências sensoriais captadas e interpretadas pelo nosso corpo. A função mais elementar dos receptores sensoriais é prover o SNC com informações sobre o estado interno de estruturas orgânicas e do ambiente externo. São eles que definem o que chamamos de sentidos (visão, audição,sensibilidade corporal, olfação, gustação). Porém um único receptor não é capaz de identificar sozinho os diferentes estímulos que nos bombardeiam a cada instante. Desta forma contamos com diferentes tipos receptores sensoriais, cada um com características próprias que permitem que ele "sinta" diferentes estímulos. Podemos classificar os receptores sensoriais de acordo com a sua função (mecanoceptores, termoceptores, fotoceptores, quimioceptores e nociceptores). Além da classificação funcional, podemos também classificá-los de acordo com a sua localização anatômica: exteroceptor, interoceptor e proprioceptor (esta última classe é a que nos interessa no momento).

 

Proprioceptores

Os proprioceptores são receptores que se lo¬calizam mais profundamente nos músculos, aponeuroses, tendões, ligamentos, articulações e no labirinto cuja função reflexa é locomotora ou postural. Podem gerar impulsos nervosos, conscientes ou inconscientes. Os primeiros atingem o córtex cerebral e permitem que, mesmo de olhos fechados, se tenha a percepção do próprio corpo, seus segmentos, da atividade muscular e do movi¬mento das articulações. Sendo portanto responsáveis pelo sentido de posição e de movimento (cinestesia). Os impulsos nervosos proprioceptivos inconscientes não despertam nenhuma sensação; são utilizados pelo sistema nervoso central para regular a atividade muscular, através do reflexo miotático ou dos vários centros envolvidos com a atividade motora, como o cerebelo. Em resumo: Os proprioceptores são essenciais para informar ao nosso cérebro a noção de posição dos membros, e por sua vez, esta informação de posicionamento corporal é essencial para o controle dos movimentos.







Estes receptores desempenham, em simultâneo, a função de detectar todas as variações mecânicas e de enviar a informação recolhida ao sistema nervoso central. Para além dos proprioceptores, o aparelho vestibular e o sistema visual também fornecem importantes informações somato-sensoriais. Pode-se dizer, portanto, que a propriocepção é responsável pelo envio constante de informação sobre eventuais deslocamentos de segmentos no espaço auxiliando-nos nas diversas tarefas motoras. Apropriadamente, os proprioceptores estão localizados nos músculos (fusos musculares), tendões (órgãos tendinosos de Golgi) e nas cápsulas articulares (corpúsculos de Ruffini e Pacini).



Muito bem. Até aqui aprendemos que a propriocepção depende dos receptores sensoriais, e que estes receptores são estruturas especializados, cuja função é de transformar a energia mecânica da deformação física (alongamento, compressão e pressão) em potenciais de ação nervosos que são transmitidos ao SNC, mais exatamente na medula espinhal. Ao chegar na medula, estes potenciais de ação seguem pelo fascículo grácil (local que recebe informações originadas de receptores do membro inferior) e/ou fascículo cuneiforme (recebe informações originadas de receptores do membro superior). Destas estruturas os estímulos seguem passando pelo diencéfalo e córtex cerebral, terminando assim na área somestésica (responsável pelo armazenamento de informações proprioceptivas). Ao atingirem esta área o movimento passa a ser reconhecido pelo cérebro. Este processo possui uma duração em torno de 80 a 100 m/s e é muito mais rápido que os estímulos dolorosos (estes seguem a uma velocidade de 1 m/s).



O cérebro tem uma representação do próprio corpo. A maioria das aferências somestésicas da metade do nosso corpo chega ao tálamo e projeta-se no córtex somestésico primário (S1) do giro pós-central contralateral. No córtex somestésico primário há um mapa corporal completo chamado homúnculo sensorial. Essa representação não é proporcional: a face e os dedos das mãos possuem a principal representação em relação a outras partes do corpo refletindo a densidade de receptores distribuídos pelo corpo. Assim determinadas regiões do corpo apresentam maior resolução espacial, ou seja, maior sensibilidade e maior precisão para identificar o estimulo. A sensibilidade tátil é a que tem melhor precisão. Não é à toa que a leitura Braille se executa com a superfície dos dedos indicadores e médios e não com a palma da mão.



A existência de um mapa foi corroborada pela 1ª vez pelo neurologista canadense Wilder Penfield que estimulou eletricamente determinadas regiões do córtex somestésico e obtinha relatos de formigamento na região correspondente do corpo. Atualmente as atividades corticais podem ser acompanhadas através da ressonância magnética funcional e técnicas de potencial evocado.O córtex somestésico possui 4 subáreas distintas que processam aspectos específicos da modalidade somestésica como é mostrado a seguir:

Subárea 3a: propriocepção

Subárea 3b: tato

Subárea s 1 e 2:

 

Este aí de cima é o homúnculo de penfield

Para ter maiores detalhes sobre as áreas corticais envolvidas na propriocepção, sugiro a leitura da Apostila de fisiologia da Unesp-Botucatu

O que eu quero enfatizar com esta breve descrição é que o mapa somático cortical não é fixo: apresenta plasticidade de uso e desuso. Ex: Paciente com as mãos amputadas, relata sensação fantasma evocadas por estímulos faciais.

Conforme o uso que é dado a determinadas partes do corpo, a representação se torna proporcionalmente maior ou menor; os mapas são diferentes entre as pessoas. Mas o que isso significa e qual a implicação desta informação para um fisioterapeuta? Ora, significa que a propriocepção pode ser treinada. Creio que na verdade, o mais correto seria dizer que podemos treinar nosso SNC de modo a otimizar as reações motoras em resposta a alterações bruscas do posicionamento corporal. Em outras palavras: Tonar o cérebro mais atento às informações proprioceptivas e ensiná-lo a responder rapidamente a elas.

Após uma lesão articular e/ou ligamentar, os receptores proprioceptivos também são danificados, o que significa que a informação que é normalmente enviado para o cérebro fica prejudicada. Nestes casos, haverá um déficit na capacidade proprioceptiva do indivíduo. Isto pode deixar a pessoa propensa a se lesionar novamente, ou diminuir a sua coordenação durante o esporte. O treino proprioceptivo envolve geralmente superfícies instáveis. Esta instabilidade fornece ao organismo constantes oportunidades para avaliar a sua orientação no espaço, desenvolvendo e treinando a consciência corporal. Uma melhora na reposta proprioceptiva proporciona ao corpo com maior equilíbrio e estabilidade.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Receptores

Hoje faço meu primeiro post trazendo um conceito paralelo aos sentidos e aos responsaveis do equilibrio (visão, propriocepção e sistema vestibular), os receptores. A priori um receptor é uma estrutura que reconhece um estimulo interno ou externo de um organismo. São eles :

Ficheiro:Gray935.png

Mecanoceptor

Um mecanorreceptor ou mecanoceptor é um receptor sensorial que responde a pressão ou outro estímulo mecânico.
Incluem-se neste grupo os sensores que nos ouvidos são capazes de captar as ondas sonoras, os sensores tato/táteis e os que são responsáveis pelo equilíbrio postural, ou propriocepção.



Termoceptores

Termoceptores ou termorreceptores são receptores sensoriais que captam estímulos de natureza térmica.
Encontram-se distribuídos por toda a pele; um dos tipos de termorreceptor é a terminação nervosa livre.



Fotoceptores

Fotorreceptores ou fotoceptores são os receptores sensoriais responsáveis pela visão. São células que captam a luz que chega à retina e transmitem para o cérebro um impulso nervoso correspondente à qualidade dessa luz, permitindo assim que o cérebro reconheça imagens.
Existem dois tipos de fotorreceptores no olho humano, um deles é chamado de bastonete, que permite a visão em preto e branco, e o outro de cone, que permite a visão em cores.



Quimioceptores

Em fisiologia, chama-se quimioceptor a um receptor sensorial sensível à presença ou concentração de determinadas substâncias químicas, como os responsáveis pelo paladar e olfato[1].
Seu papel é o de receber o estímulo e transformá-lo em impulso nervoso.



Nociceptores

Nociceptor é um receptor sensorial que envia sinal que causa a percepção da dor em resposta a um estímulo que possui potencial de dano. Nociceptores são terminações nervosas responsáveis pela nocicepção. A nocicepção é uma das duas possíveis manifestações de dor persistente. A outra manifestação de dor persistente é a dor neuropática que ocorre quando nervos no sistema nervoso central ou periférico não estão funcionando corretamente.
Os nociceptores são receptores silenciosos e não captam, respondem ou sentem estímulos normais. Somente quando estimulados por uma ameaça em potencial ao organismo humano, eles desencadeiam o reflexo da dor.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Bem vindos Turmas 2011!!!

Nossa proposta á ampliar os estudos de consciência corporal postando referências de
  • imagens de ossos e seus nomes
  • imagens e videos de articulações
  • links interessantes de assuntos complementares
  • outras informações sobre
    • sistema ósteo-muscular
    • coordenação motora
    • técnicas e métodos de consciência corporal

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Seqüência de Avaliação Oral Individual

10 de Dezebro:

14h Ana Cláudia
14h20 Clara
14h40 Cleiton
15h Eluhara
15h20 Rafael
15h40 Guilherme
16h Lucas
16h20 Jamile
16h40 Renata
17h Maurício

17 de Dezembro

14h Linconl
14h20 Hanna
14h40 Maria Natália
15h Marina
15h20 Emanuelle
15h40 Laíza
16h Roberta
16h20 Rodrigo
16h40 Sulani
17h Andréa

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

PROTOCOLO 29/10/2009 - REFERENTE A 22/10/2009

"FRUSTRAÇÕES SUPERADAS E O COMBINADO CUMPRIDO, DIRIJAM-SE TODOS AO BLOCO E O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL."

1. TEXTO E CENA DE GARCIA LORCA: ENCENAÇÃO COM BONECOS E ANÁLISE DA RECEPÇÃO DO ESPETÁCULO EM ESPAÇOS PÚBLICOS.
Qual é o problema? Lorca, bonecos ou a recepção
Desenhar melhor o mapa

2. A REPRESENTAÇÃO DA DANÇA DOS ORIXÁS DE AUGUSTO OMULU: UMA POSSIVEL INTERPRETAÇÃO DA SUA PRÁXIS E SEUS DESDOBRAMENTOS SOCIOPOLITICOS.
Foco;
Clarear o mapa;
o que é etapa? o que é percurso?
o título deve dar conta do que é o tema.

SONO, pausa para o café...

3. DRAMATURGIA E MOVIMENTO: CAMINHOS DE UM TEXTO POÉTICO PARA CONSTRUÇÃO DO TEATRO DE FORMAS ANIMADAS
Dramaturgia Contemporanea: anh? DEFINIR!
porque estes 3 grupos?

4. A CONTEPORANEIDADE DA INTERPRETAÇÃO MELODRAMATICA EM ALMODOVAR: O LABORATORIO EXPERIMENTAL COMO FONTE DE PESQUISA
O laboratório é um instrumento de pesquisa ou objeto de estudo?
Contribuição para a formação do ator ou como instrumento de trabalho?


ARTISTA PEQUISANDO ARTE
NEM SEMPRE O QUE SE QUER DIZER, NA ESCRITA, É ENTENDIDO DA MESMA FORMA PELO LEITOR. É IMPORTANTE ESCREVER PARA APRENDER A ESCREVER.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Texto “Consciência pelo movimento” Feldenkrais, Moshe




Data:03/09/2009

O texto é complexo, não apresenta linearmente uma idéia. Cria argumentos, muda de perspectiva, faz críticas, relaciona questões, entre outras ações do raciocínio lógico, um dos aspectos do pensamento. Sendo assim, precisamos ter atenção na leitura para percebermos os caminhos que o autor leva nossas idéias.

Nossas experiências e conhecimento prévio são a base para o entendimento das leituras. Os embates e reforços que acontecem entre nossas idéias e as idéias dos textos cultivam nosso conhecimento. No âmbito acadêmico precisamos aproximar o conhecimento pessoal do conhecimento socialmente construído para nos localizarmos e contribuirmos com as idéias comuns.

Ler e debater esse texto pretende afinar nossa reflexão acerca da relação indivíduo e sociedade buscando uma educação libertadora. Objetiva também introduzir conceitos e processos da educação do corpo, foco central desta disciplina. O texto oportuniza a abordagem de uma educação do corpo para a diversidade, ao mesmo tempo em que provoca a reflexão sobre a construção coletiva do mundo – de valores e condições de vida.

Conteúdos destacados dos apontamentos feitos pelos estudantes a partir da proposta de “escrever temas importantes para o debate”:

Modelos e valores da sociedade em relação a características e necessidades individuais:
ü      Uniformização da nossa sociedade
ü      Valores e contexto social em que vivemos
o       Valores da sociedade competitiva e de consumo: uniformização para controle, desigualdades e concentração de riquezas e poder...
o       O corpo nessa sociedade: corpo como mercadoria, modelos de beleza, exigência de saúde, ideal de beleza,
o       Valor do ser humano – que valores procuramos?
§       Autonomia, liberdade, respeito
§       Diversidade sem desigualdades
§       Bem estar da coletividade
§        ...
ü      Educação como imposição social
ü      Máscaras sociais – físicas, comportamentais e ideológicas
ü      Obscurecimento das individualidades
ü      Características individuais e relação de grupo

Auto imagem
ü      Processo constante e dinâmico de consciência de si em relação aos outros e à sociedade
ü      Referência para contribuir no processo de educação do corpo – busca de consciência corporal, capacidade e versatilidade na expressão corporal, entendimento e controle de padrões de movimento.
ü      Fatores condicionantes:
o       hereditariedade
o       educação
§       difusa,
§       familiar
§       e escolar
o       auto educação
§        relações entre os três fatores condicionantes (exemplo da elasticidade – família de contorcionistas)
§        paginas 20 e 21 – a sociedade “instila-nos um padrão de comportamento e valores, e providencia par que a nossa auto-educação opere também no sentido de fazer com que desejemos ser como todo mundo. Como resultado, mesmo a auto-educação, que é a força ativa da individualidade e leva a diferença herdada para o campo de ação, tende em grande medida a colocar nosso comportamento em linha com os outros”.
·       Se pensarmos negativamente: A questão aqui é construirmos consciência crítica – ou seja, a capacidade de perceber as influências nas nossas vontades e ações e decidir se queremos ou não estas influências.
·       Se pensarmos positivamente: é assim que se faz a cultura e que cultivamos nossa noção de pertencimento fundamental para definir nossa identidade e as ações coletivas.
ü      Componentes que estão envolvidos em toda ação:
o       movimento,
o       sensação,
o       sentimento e
o       pensamento
ü      Máscaras:
o       como sensação de normalidade (lembra a sensação dos pés paralelos e o paralelo em si?)
o       como estratégia de relação
o       como fuga de si mesmo
ü      Como orientação para ações e entendimento de si e do mundo
Métodos que sofremos e que reproduzimos de educação – “julgar”, “castigar”, “premiar”, “construir juntos”...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Protocolo do dia 22/10/2009 - Laíza e Marina



Protocolando o corpo

Corpo. Nosso principal instrumento de trabalho. É incrível que existam vários meios e possibilidades para movimentá-lo e equilibrá-lo. Naturalmente usamos pés, bumbum, e costas como pontos de apoio, dependendo de qual posição estejam. Mas si brincarmos com nosso corpo descobriremos que esses não são os únicos pontos.... Joelhos, cotovelos, ombros e mãos também fazem parte desse grupo... Quando começamos a explorar nossos pontos e regiões de apoio, conseqüentemente trabalhamos o equilíbrio... Andar sobre as mãos, apoiar somente em uma perna ou joelho, equilibrarem-se através dos ombros, esses modos diferentes de se apoiar faz com que haja o desequilíbrio ou equilíbrio dependendo da preparação corporal de cada um. O Impulso e a leveza também colaboram, “ se eu for “plantar bananeira” e quiser me manter equilibrado não posso fazer um impulso muito grande,isso causaria o desequilíbrio,a leveza seria mais indicada,já que eu teria mais resistência e equilíbrio para me manter.”E não se esquecendo de um fator principal... A Respiração! (costal-superior e a abdominal).Que faz parte de cada movimento, cada ação, cada ritmo. Mas se fomos bastante curiosos, esses elementos não aconteceriam sem a parte mecânica do tórax... Costelas... Diafragma... Eles geram muitas dúvidas e curiosidades... De quantos ossos a costelas são formadas? Seis? Sete? 12???? “Será que cabe tanto osso assim em mim???” O pior que cabe!!! Sete são verdadeiras pois se estendem da coluna vertebral até o esterno, 3 já não são tão verdadeiras assim, já que elas são unidas através de uma cartilagem que liga ao esterno... e as duas ultimas são as flutuantes!!!!!! É claro que elas não fazem é “voar, voar, subir. subir” a função delas é proteger os órgãos, para quem não sofram danos, algumas pessoas retiram-nas para obter a cinturinha de pilão tão desejada... Já o Diafragma, é um músculo estriado esquelético possui a função de separar sistema respiratório do sistema digestivo. Nele tem três buraquinhos, onde passa a veia cava, a artéria aorta e o esôfago (onde se localiza o esfíncter que retém o suco gástrico no estômago) O seu movimento é o contrário do pulmão, enquanto o pulmão contrai, ele relaxa. E quando o diafragma contrai o pulmão relaxa. É assim que tanto como o funcionamento do nosso corpo e o trabalho das nossas ações agem em simetria.